

O sol se abre
O sol se abre
E a montanha nunca sabe Se e para ela Que ele sorri Aquela luz que borbulha Ou se é para mim Poeta de incertas letras Corisco Bode sem verniz Eu que do canto do bar Bebo cerveja gelada E espero a sorte sorrir Que com meu chapéu preto Desdenho da velocidade É para mim que se abre O sol É que evolui o mar E gargalha a lua Só para me agradar Que o vento sorri E a chuva me distrai Toda a natureza conspira Só para dizer Que existe para mim Burro chucro Que nem sabe escrever
Paulo Luna
Enviado por Paulo Luna em 16/08/2026
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