

A maré das iniquidades
A maré das iniquidades
Formou um temporal Tudo inundou Dos pampas ao litoral Ninguém se importou Quando o prefeito eleito Anunciou sem nenhum rubor Que agora não tem mais jeito E tudo que era forte Construção de ferro e aço Tudo transformado em morte Tudo inteiro virou pedaço Mas agora é assim Dizem os climatologistas Que estamos perto do fim Não se salvam nem os computadores E seguem sem recuar As marés das iniquidades Levando tudo até acabar Meias mentiras e meias verdades Paulo Luna
Paulo Luna
Enviado por Paulo Luna em 18/11/2025
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